A bolsa de Lisboa fechou o dia em terreno positivo, com uma subida de 0,68% para 9,131.56 pontos.
O BCP liderou o dia, com um disparo de 2,49% para 0,8320 euros, seguida da Mota-Engil que subiu 2,03% para 4,428 euros. Os CTT ganharam 1,86% para 6,03 euros, a Semapa aumentou 1,37% para 22,20 euros, a Jerónimo Martins somou 1,18% para 20,56 euros e a Navigator avançou 0,42% para 3,364 euros.
Em contraciclo, a REN perdeu 0,40% para 3,735 euros, a Galp desceu 0,28% para 21,01 euros, a NOS derrapou 0,18% para 5,440 euros e a Sonae recuou 0,10% para 1,9140 euros.
As principais praças europeias fecharam no ‘verde’, com o CAC40 a ganhar 0,57% para 7.816,94 pontos e o Ibex35 a subir 0,80% para 17.069,60 pontos.
O analista de mercado do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que as “praças europeias encerram em alta, mas o Stoxx 600 registou a maior queda mensal desde 2022, com os investidores a tentarem navegar na incerteza geopolítica do Médio Oriente, à medida que persistem os confrontos entre os EUA/Israel e o Irão, apesar das recentes declarações de Donald Trump, que afirmou acreditar que o conflito ‘não deverá prolongar-se por muito mais tempo'”.
“A revelação de que a inflação da Zona Euro deverá ter acelerado menos do que o esperado no mês de março acabou por animar a sessão. Até porque a inflação core, que exclui itens mais voláteis como alimentação e energia, deverá ter abrandado inesperadamente, um indicador que pode ser visto de maneira positiva pelo BCE (caso a guerra no Irão termine no curto prazo)”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI sobe 1,42%, fixando o preço do barril nos 104,34 dólares e o Brent desce 0,36% para 107 dólares. O gás natural aumenta 0,42% para 2,899 dólares.
No mercado cambial o euro valoriza 0,47% face ao dólar, fixando-se nos 1,1516 dólares.