A bolsa de Lisboa fechou a semana em terreno negativo, com uma descida de 0,54% para 8.557,86 pontos.
A Teixeira Duarte liderou a sessão, a tombar 4,96% para 0,5360 euros, seguida da Mota-Engil, que caiu 3,24% para 4,478 euros. A Jerónimo Martins perdeu 1,94% para 20,22 euros, os CTT desceram 1,87% para 6,83 euros, a EDP Renováveis derrapou 1,39% para 12,80 euros, o BCP deslizou 1,29% para 0,8898 euros e a Corticeira Amorim recuou 0,15% para 6,81 euros.
Em contraciclo, a REN subiu 1,98% para 3,355 euros, a NOS ganhou 1,51% para 4,380 euros, a Galp aumentou 1,46% para 15,94 euros, a Ibersol somou 0,48% para 10,45 euros e a EDP avançou 0,02% para 4,213 euros.
As principais praças europeias terminaram o dia no ‘vermelho’, com o CAC40 a recuar 0,07% para 8.143,05 pontos e o Ibex35 perdeu 0,68% para 17.543,38 pontos.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “sexta-feira de leve queda nas bolsas europeias, no dia em que foi sinalizado que a atividade na Zona Euro perdeu tração em janeiro, devido a uma desaceleração do ritmo de crescimento nos serviços, que ofuscou o alívio da contração industrial. Ainda assim destaque para o bom desempenho de setores cíclicos, como o de recursos naturais e o tecnológico. O energético foi impulsionado pela escalada dos preços do petróleo, depois de Donald Trump ter reiterado as suas ameaças de uso de força militar contra a alta cúpula do Irão”.
“No seio empresarial de notar a queda da Adidas, em reação a um downgrade, que também afetou a Puma, adicionalmente castigada por uma publicação nos media alemães que sugeria o fim das negociações para uma potencial aquisição pela Anta”, refere.
No mercado do petróleo o texano WTI sobe 2,95%, fixando o preço do barril nos 61,11 dólares e o Brent ganha 2,86% para 65,88 dólares. O gás natural aumenta 2,16% para 5,155 dólares.
No mercado cambial o euro valoriza 0,20% face ao dólar, fixando-se nos 1,1774 dólares.