Imagem ilustrativa sobre inteligência artificial e sociedade

O que têm Carlos Costa, Filipa Reis, André Caravela Machado e Pedro Carneiro, com percursos tão distintos, a dizer sobre a “dissintonia” hoje vivida “entre a realidade dos mercados e a realidade da geopolítica, que costumavam estar muito alinhadas”? A pergunta partiu do diretor do JE, André Macedo, e a primeira resposta foi dada pelo antigo governador do Banco de Portugal: “Uma questão muito curiosa, porque remete para o deslaçamento da sociedade”.

“Há pessoas que sentem que a sua sorte não está ligada à sorte da comunidade em que estão integradas, seja do ponto de vista política, seja do social”, analisou. Passando pela tecnologia, Carlos Costa admite que esta pode transmitir-lhes a ideia de estar na posse de “uma capacidade de se libertarem da sua condição de parte de um país ou de uma comunidade, e que se podem libertar, inclusivamente, da obrigação de salvaguardar o todo para assegurar a sobrevivência das parte”.

Conteúdo reservado a assinantes. Leia o artigo completo aqui. Edição do Jornal Económico de 27 de fevereiro.