José Manuel Fernandes, Maria da Graça Carvalho, Paulo Rangel e Nuno Melo, atuais ministros do Governo, beneficiaram de um subsídio de reintegração por terem sido anteriormente eurodeputados. Este benefício traduziu-se num acréscimo mensal de cerca de quatro mil euros aos seus rendimentos, totalizando um extra anual superior a 50 mil euros por ministro, em comparação com os restantes membros do executivo que não usufruem da mesma regalia.
O subsídio em questão é uma benesse prevista para ex-eurodeputados, que lhes permite receber uma compensação financeira após o término do seu mandato no Parlamento Europeu, com o objetivo de facilitar a sua reintegração profissional. A situação coloca estes quatro governantes numa posição financeiramente distinta dos seus pares, levantando questões sobre a equidade e transparência dos rendimentos no seio do Governo.