Depois dos politécnicos e dos estudantes, os reitores. A proposta de decreto-lei, que prevê a definição de níveis mínimos de literacia, numeracia e inglês para a entrada no ensino superior caiu mal no CRUP – Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, avança o Expresso.

Segundo o jornal, a Comissão do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) encarregue de analisar a proposta de alteração à legislação sobre graus e diplomas no ensino superior arrasa o documento do Ministério da Educação, Ciência e Inovação e manifesta a sua “total discordância com a proposta legislativa”, tal como foi apresentada.

O projeto de decreto-lei, cujas linhas gerais foram avançadas pelo Público na passada sexta-feira, estabelece que os candidatos tanto a licenciaturas como a mestrados deverão possuir, pelo menos, o nível 3 de literacia e numeracia, de acordo com os padrões definidos pelo PIAAC (Programa para a Avaliação Internacional das Competências dos Adultos).