O líder socialista António José Seguro manifestou “profunda preocupação” com o impedimento imposto pelas autoridades israelitas ao Patriarca Latino de Jerusalém, Pierbattista Pizzaballa, de celebrar a missa de Domingo de Ramos no Santo Sepulcro.
Num comunicado divulgado, Seguro classificou a ação de “injustificada e contrária ao direito internacional”, sublinhando que a liberdade religiosa é um direito fundamental que deve ser respeitado por todos. O incidente, que ocorreu num dos locais mais sagrados do cristianismo, impediu que a tradicional procissão e celebração se realizassem com normalidade.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, também já se pronunciou sobre o assunto, ecoando a condenação e apelando ao respeito pelos direitos das comunidades religiosas em Jerusalém. A medida israelita tem sido amplamente criticada por líderes religiosos e políticos internacionais, que a veem como uma escalada nas tensões na Cidade Santa.
Este bloqueio ocorre num contexto de crescentes restrições e tensões em torno dos locais sagrados de Jerusalém, particularmente durante as principais celebrações do calendário cristão.