O candidato presidencial Pedro Nuno Santos alertou para o risco de uma vitória presidencial com uma margem curta, potenciada por uma elevada abstenção, classificando esse cenário como um “pesadelo” para a democracia. Durante um encontro com jornalistas, o socialista defendeu a necessidade de um Presidente da República com “legitimidade reforçada”, sublinhando que “as sondagens não elegem Presidentes”.
No mesmo encontro, o candidato lamentou as condições meteorológicas adversas que afetam o país e criticou a preparação do Estado para situações de catástrofe, afirmando que “o Estado português não está preparado para reagir a catástrofes”.
Pedro Nuno Santos abordou também o processo eleitoral, defendendo o cumprimento estrito da lei. Sugeriu que, nos municípios em estado de calamidade onde não existam condições para garantir o exercício do direito de voto, se pondere o adiamento da votação, assegurando assim a participação de todos os eleitores.