As sondagens para as eleições presidenciais de 2026 apontam para um cenário de segunda volta entre Pedro Nuno Santos, do PS, e André Ventura, do CHEGA. Este cenário hipotético transformaria o ato eleitoral num teste à taxa de rejeição a Ventura, mais do que propriamente à aprovação a Seguro.

De acordo com as projeções, num eventual frente a frente, Pedro Nuno Santos concentraria 68,5% das intenções de voto, enquanto André Ventura não iria além dos 31,5%. Estes números refletem uma clara vantagem para o candidato socialista num cenário de polarização.

Este potencial confronto direto coloca em evidência a dinâmica política atual, onde a capacidade de mobilizar o eleitorado contra um candidato pode ser mais decisiva do que a popularidade intrínseca do outro. A campanha, caso se confirme este cenário, será provavelmente marcada por este eixo de disputa.