A oposição na Câmara Municipal de Lisboa exige esclarecimentos urgentes sobre a nomeação de Mafalda Livermore para os Serviços Sociais. A militante do partido Chega foi exonerada do cargo após uma reportagem da RTP que a apontava como proprietária de vários imóveis com habitações alegadamente clandestinas, destinadas a arrendamento a imigrantes.
O vereador Bruno Mascarenhas reagiu ao caso, lamentando o que classificou como “uma tentativa de descredibilização pública” da nomeada. A situação levantou questões sobre os processos de seleção e a adequação de perfis para cargos sensíveis na administração autárquica, especialmente numa área tão crítica como a dos Serviços Sociais.
A pressão política aumenta para que a maioria no executivo camarário preste contas sobre os critérios que levaram a esta nomeação, que se revelou controversa e de curta duração.