Os partidos de esquerda acusaram o CDS-PP e o Chega de promoverem uma perseguição à comunidade LGBT, após a apresentação de projetos de lei que visavam proibir a exibição de bandeiras do arco-íris em edifícios públicos. A iniciativa do CDS-PP foi arquivada pela comissão parlamentar sem sequer chegar a votação na generalidade. Já a proposta do Chega foi rejeitada em plenário, com votos contra de todas as bancadas, exceto dos próprios proponentes e dos deputados do CDS-PP.

Os partidos de esquerda consideraram as propostas como um ataque aos direitos e à visibilidade da comunidade LGBT+ em Portugal, classificando-as de discriminatórias e contrárias aos valores da igualdade e da liberdade de expressão. A rejeição parlamentar destes diplomas foi vista como uma vitória para a defesa dos direitos humanos e da diversidade.