O líder do Chega, André Ventura, lamentou os “ataques” que o seu partido tem sofrido devido à sua presença na Futurália, classificando-os como uma tentativa de censura. Em declarações, Ventura contrastou a situação com a presença de outros partidos na feira, afirmando que partidos como o PS, PCP e PSD tinham bancas onde “distribuíam bandeiras LGBT, faziam apelo a despenalização das drogas e prostituição”.
Para Ventura, a crítica à participação do Chega no evento representa um duplo padrão e uma tentativa de silenciar as suas posições. O líder do partido defendeu o direito de estar presente e de apresentar as suas propostas, tal como os demais partidos políticos.
A polémica surge no contexto da participação dos partidos na Futurália, uma feira de educação e formação que atrai muitos jovens, onde as formações políticas procuram promover as suas ideias e recrutar apoiantes.