O primeiro-ministro Luís Montenegro esclareceu que a exigência e a garantia de aproveitamento de toda a capacidade aeroportuária é “uma pedra fundamental” no processo de privatização da TAP.
Segundo o chefe do governo, a venda da companhia aérea nacional só avançará se estiver assegurada a aposta estratégica no desenvolvimento e na utilização plena dos aeroportos portugueses, condição essencial para o futuro do setor.