A Lusíadas Saúde apresentou hoje uma mudança estratégica no seu modelo de cuidados, focando-se na prevenção e no prolongamento da vida com qualidade. A iniciativa materializa-se na abertura de 16 Centros de Saúde Integrada e no lançamento da Consulta de Prevenção e Longevidade, já disponível em toda a rede do Grupo, de norte a sul do país.
A decisão surge como resposta aos dados do Eurostat, que revelam um cenário preocupante em Portugal: embora a esperança de vida supere os 81 anos, os portugueses vivem, em média, apenas 58 anos com saúde. Isto significa que as duas últimas décadas de vida são frequentemente marcadas por limitações e doenças crónicas.
O novo modelo assenta nos princípios da Medicina 3.0, uma abordagem personalizada e contínua que substitui o tradicional tratamento reativo pelo acompanhamento preventivo.
Os novos Centros de Saúde Integrada funcionam dentro das unidades hospitalares do Grupo, contando com equipas multidisciplinares que acompanham famílias de forma permanente. Este núcleo é complementado pela Consulta de Prevenção e Longevidade, que utiliza protocolos científicos para avaliar riscos cardiovasculares, oncológicos e neurodegenerativos através de exames avançados e testes genéticos.
A nova consulta não se limita ao diagnóstico clínico, integrando quatro pilares fundamentais para a longevidade: Exercício físico regular e adaptado; nutrição personalizada; saúde emocional e sono; e gestão terapêutica otimizada.
Para Vasco Antunes Pereira, CEO da Lusíadas Saúde, este passo é um compromisso estrutural. “Queremos cuidar da saúde antes de tratar a doença. Este modelo reflete a nossa vontade de acrescentar mais vida aos anos de cada pessoa”, afirma o responsável.
Eduarda Reis, Chief Medical Officer do Grupo, reforça que a proximidade é a chave do sucesso: “A prevenção eficaz faz-se com acompanhamento contínuo. A Consulta de Prevenção e Longevidade já está disponível e conta com uma adesão crescente de médicos em toda a nossa rede”.
Com esta aposta, a Lusíadas Saúde pretende não só melhorar a qualidade de vida individual, mas também contribuir para a sustentabilidade do sistema de saúde em Portugal, reduzindo o peso das doenças crónicas a longo prazo.