No debate de urgência marcado pelo Chega, os partidos da oposição voltaram a defender a redução de impostos sobre os combustíveis e sobre um cabaz de bens alimentares essenciais como resposta ao aumento do custo de vida. O ministro dos Assuntos Parlamentares, contudo, rejeitou estas propostas, classificando-as como “ilusórias” e afirmando que o Governo não segue “promessas fáceis”.
O governante sublinhou que governar “não é ceder constantemente à tentação de agradar ao auditório”, defendendo que as medidas propostas pela oposição não são sustentáveis a médio e longo prazo. A posição do executivo é de manter um rumo de responsabilidade orçamental, apesar das pressões políticas e sociais.