O HSBC reviu em alta a sua projeção de preço para a prata. O banco prevê que a matéria-prima atinja uma média de 75 dólares e de 68 dólares em 2026 e 2027 face aos anteriores 68,25 dólares e 57 dólares para os mesmos anos.
Mesmo elevando a sua previsão de preço para a prata o banco referiu que “a redução do défice de oferta e o enfraquecimento da procura industrial e de joias limitam a possibilidade de subidas sustentadas”, conforme a nota transcrita pela publicação financeira Investing.
O HBSC prevê que o défice na prata desça para 73 milhões de onças em 2026, face aos 143 milhões de onças do ano anterior, e que em 2027 o défice se situe em 25 milhões de onças.
O analista-chefe de metais preciosos do HSBC, James Steel, em declarações transcritas pelo Investing, salientou que a “moderação dos défices não será suficiente para impulsionar a prata para níveis elevados durante períodos prolongados”.
O banco prevê também uma queda na procura industrial pela matéria-prima para as 642 milhões de onças em 2026 e para os 618 milhões de onças em 2027. O HSBC antecipa que do lado da oferta a produção se mantenha estável em 2026 nos 848 milhões de onças e que suba para as 868 milhões de onças em 2027.