O stock de habitação disponível para venda em Portugal desceu 6% no segundo trimestre de 2026, face ao mesmo período do ano anterior, segundo os dados analisados pelo idealista, o principal marketplace imobiliário do sul da Europa.
A oferta de habitação à venda diminuiu em 12 das 20 capitais de distrito e regiões autónomas analisadas, em comparação com o segundo trimestre de 2025. As maiores quebras da oferta observaram-se no Funchal (-33%), Faro (-27%) e Porto (-19%), seguidas de Portalegre (-17%), Aveiro (-16%), Castelo Branco (-12%), Viana do Castelo (-8%), Évora (-8%), Lisboa (-8%) e Ponta Delgada (-7%). Já Leiria (-4%) e Setúbal (-3%) completam o grupo de capitais com stock a recuar.
Em sentido contrário, registaram-se aumentos na Guarda (27%), Bragança (20%), Santarém (13%), Coimbra (10%), Beja (9%), Vila Real (4%) e Braga (1%). Viseu manteve-se estável.
Analisando por distritos e ilhas, a oferta de habitação à venda diminuiu em 14 dos 20 territórios analisados, face ao período homólogo.
As maiores quebras da oferta observaram-se na ilha da Madeira (-22%) e em Faro (-15%), seguidas de Aveiro (-14%), Leiria (-10%), Portalegre (-10%), Porto (-9%), Évora (-7%), Castelo Branco (-6%), Bragança (-4%), Beja (-3%), Viana do Castelo (-3%) e Lisboa (-3%). Registaram-se ainda recuos em Braga (-2%) e Coimbra (-1%).
Em sentido contrário, a oferta cresceu na Guarda (9%), Vila Real (6%), Santarém (6%), Viseu (4%), ilha de São Miguel (2%) e Setúbal (1%), com destaque para mercados do interior e do centro do país.