Segundo o gabinete do primeiro-ministro, Montenegro “pretende gozar apenas alguns fins de semana e um ou outro dia esporádico, se a agenda o permitir e sem se ausentar do país”. Esta decisão surge num contexto de constante coordenação das atividades governamentais, com o chefe do executivo a priorizar a gestão dos assuntos de Estado mesmo durante o período estival.
A opção de não usufruir de férias completas reflete a necessidade de manter o país em funcionamento contínuo, com o primeiro-ministro a estar disponível para tomar decisões urgentes e acompanhar de perto as diversas pastas ministeriais. A ausência de uma pausa prolongada no verão é vista como um sinal de dedicação e compromisso com a governação, especialmente num momento em que a agenda política exige atenção redobrada.