A TAP Air Portugal e a plataforma financeira Adyen anunciaram a modernização da infraestrutura de pagamentos nos balcões de atendimento da companhia aérea em aeroportos brasileiros, com a introdução do Pix no atendimento presencial.
A nova infraestrutura, que resulta da parceria global entre as duas empresas iniciada em 2013, permite pagamentos com cartões, carteiras digitais (Apple Pay e Google Pay) e, pela primeira vez nos balcões físicos da TAP no Brasil, através do sistema de pagamentos instantâneos Pix.
Numa primeira fase, a tecnologia será disponibilizada no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP) e no Galeão (RJ). A expansão progressiva está prevista para os outros 15 aeroportos brasileiros onde a TAP opera.
Os novos terminais otimizam serviços presenciais como emissão de bilhetes, alterações de viagens, upgrades de classe e pagamento de bagagem adicional. O Pix, já disponível nos canais digitais e call centers da TAP, passa a integrar também a experiência nos aeroportos.
A empresa destaca ganhos operacionais e maior escolha para o cliente, com processamento integrado num único sistema. Ao optar pelo Pix, o passageiro efetua o pagamento em moeda local, evitando oscilações cambiais e encargos de compras internacionais com cartão de crédito.
“Investir na modernização da nossa infraestrutura tecnológica nos aeroportos brasileiros é um passo fundamental para elevar a experiência dos nossos clientes. O Brasil é um mercado estratégico, onde os hábitos de pagamento evoluem rapidamente”, afirmou o CFO da TAP, Renato Inácio.
Dados do Banco Central indicam que mais de 170 milhões de pessoas utilizam o Pix (cerca de 80% da população), com mais de sete mil milhões de transações em janeiro de 2026.
“A expansão da nossa parceria global com a TAP para os terminais físicos no Brasil demonstra como a tecnologia financeira pode transformar a experiência de pagamento”, disse Daniel Tafelli, Head of Payment Partnerships da Adyen na América Latina.
A TAP salienta que a integração de métodos com autenticação avançada contribui para reduzir riscos de fraude e chargebacks nas operações presenciais.