A Bolsa de Lisboa abre a sessão desta terça-feira com uma valorização de 0,51% para os 9.201,92 pontos. Os principais índices europeus estão no verde. E no petróleo o brent aproxima-se dos 90 dólares depois de Estados Unidos e Irão exigirem compensação pelos ataques militares no Médio Oriente, reduzindo as chances de um acordo sobre o Estreito de Ormuz.
As maiores subidas na bolsa portuguesa vão para a Galp Energia que valoriza 1,29% para os 20,44 euros, seguida pela EDP Renováveis que sobe 1,06% para os 13,36 euros, e a EDP avança 0,96% para os 4,50 euros.
No verde está ainda a Sonae, a Corticeira Amorim, a NOS, a REN, a Ibersol, a Semapa, a Navigator, a Teixeira Duarte, o Banco Comercial Português (BCP), e a Altri.
A negociar no vermelho está a Mota-Engil que quebra 0,09% para os 4,47 euros e a Jerónimo Martins cai 0,06% para os 17,31 euros.
Europa abre no verde
As principais bolsas europeias abriram no verde. O DAX (Alemanha) quebra 0,04% para os 26.343,50 pontos, o CAC 40 (França) está inalterado nos 8.726,34 pontos, e o FTSE 100 (Reino Unido) desce 0,09% para os 10.852,19 pontos.
O AEX (Países Baixos) valoriza 0,16% para os 1.115,18 pontos, o IBEX 35 (Espanha) sobe 0,32% para os 20.246,93 pontos, e o FTSE MIB (Itália) avança 0,16% para os 53.751,00 pontos.
O euro está a cair 0,04%, face ao dólar, para os 1,15391 dólares e o euro quebra 0,03%, face à libra, para as 0,85439 libras.
O petróleo está a negociar em alta com o brent a subir 1,47% para os 89,01 dólares e o crude valoriza 1,67% para os 83,50 dólares. A subida do preço da matéria-prima deve-se à indecisão sobre a reabertura do Estreito de Ormuz. Estados Unidos e Irão exigem compensação devido aos ataques militares no Médio Oriente, reduzindo desta maneira as chances de reabertura do Estreito de Ormuz por onde passa cerca de 20% do petróleo e gás natural mundial. Isto apesar de ter sido anunciado que Irão e Omã estão perto de fechar um acordo que permitiria encontrar novas rotas para contornar os constrangimentos no Estreito de Ormuz. O Irão apresentou também aos Estados Unidos seis condições para que o Estreito de Ormuz se tornasse navegável. Entre eles o fim da guerra e o fim do bloqueio naval.