A AEP – Associação Empresarial de Portugal reafirma a sua estratégia de internacionalização ao promover a participação nacional na FHA – Food & Hospitality Asia 2026. O evento, que decorre entre 21 e 24 de abril em Singapura, surge como um pilar central do projeto Business On The Way (BOW), visando consolidar a presença da marca “Portugal” na região Ásia-Pacífico.

“A FHA constitui uma oportunidade determinante para afirmar a qualidade e diferenciação das empresas portuguesas junto de decisores internacionais,” afirma Luís Miguel Ribeiro, Presidente do Conselho de Administração da AEP. “A presença organizada permite às nossas empresas abordar este mercado exigente com maior escala e visibilidade.”

Reconhecida como a feira líder no continente asiático, a FHA 2026 integra três certames complementares que cobrem toda a cadeia de valor. O FHA – Food & Beverage: Onde a AEP organiza o Pavilhão de Portugal, focado na excelência alimentar. O FHA – HoReCa: Dedicada a equipamentos e soluções tecnológicas para hotelaria e restauração, com uma previsão de 80 mil visitantes. E o ProWine Singapore: A montra estratégica para o setor dos vinhos e bebidas espirituosas.

A edição de 2026 contará com a participação de sete empresas portuguesas, que terão acesso a um hub logístico e comercial global, segundo a associação.

Singapura funciona como a porta de entrada para o Sudeste Asiático, uma região onde o crescimento sustentado do turismo tem disparado a procura por produtos diferenciados e de alta qualidade.

O histórico da AEP neste mercado é longo. Desde 2007 que tem presença constante em missões no mercado asiático; e desde 2012 que tem participação regular na FHA.

A expectativa para 2026 é de 2.700 expositores de 100 países no recinto global.

Para a AEP, a consistência desta intervenção é a chave para o sucesso. Ao unir esforços nos três eixos do evento (Alimentação, HoReCa e Vinhos), a associação pretende potenciar a entrada de Portugal em mercados de elevado dinamismo, reforçando a competitividade das empresas nacionais perante operadores globais.

A participação nacional foca-se em setores de valor acrescentado, aproveitando o posicionamento de Singapura como um dos centros de negócios mais influentes do mundo.