A entidade que fiscaliza as contas dos partidos políticos adotou um parecer que prevê a ocultação da identidade dos financiadores dos partidos e das campanhas eleitorais. A medida, considerada polémica, foi criticada pela Frente Cívica, que a classifica como um retrocesso na transparência política.

A organização exige a intervenção do Parlamento para travar esta decisão, argumentando que a opacidade no financiamento partidário retira aos cidadãos a capacidade de escrutinar quem está a comprar influência no processo político. A notícia, divulgada a 16 de abril de 2026, levanta questões sobre a regulação do financiamento político e o acesso à informação pública.