O preço do cabaz alimentar voltou a subir esta semana, fixando-se nos 253,60 euros, um aumento de 0,12 euros face à semana anterior, de acordo com a análise da Deco PROteste.

O cabaz, composto por 63 produtos, está agora 11,77 euros mais caro do que no início do ano e 12,95 euros acima do valor registado no mesmo período do ano passado. Em comparação com o início de 2022, o aumento é ainda mais expressivo: 65,90 euros.

Entre 29 de julho e 5 de agosto, o alho seco foi o produto com a maior subida, de 8%, passando a custar 3,34 euros. Seguiram-se o fiambre perna extra fatiado, que aumentou 6% para 2,45 euros, e o pão de forma sem côdea, que subiu 5% para 2,58 euros.

Em termos homólogos, o bacalhau graúdo destacou-se com um aumento de 25%, atingindo os 20,02 euros por quilo. O robalo subiu 21% para 9,90 euros por quilo e a perca do Nilo registou uma subida de 19%, fixando-se nos 12,09 euros por quilo.

Desde o início do ano, o arroz carolino foi o produto que mais encareceu, com uma subida de 30%, para 1,79 euros. Já desde 2022, o novilho para cozer lidera as subidas, com um aumento de 120%, para 12,80 euros.