O Partido Socialista (PS) admitiu a expulsão de um militante suspeito de ter arremessado um cocktail molotov durante a Marcha pela Vida, que decorreu junto à Assembleia da República no passado dia 21 de março.

O homem foi detido esta terça-feira, 15 de abril de 2026, pelas autoridades policiais, após a investigação do ataque. O incidente, que colocou em risco a segurança dos manifestantes e das forças de segurança no local, foi condenado pelo partido.

Em comunicado, o PS afirmou que “não tolera quaisquer atos de violência” e que está a acompanhar o processo judicial. A direção do partido iniciou já os procedimentos internos para a expulsão do militante, cuja identidade não foi revelada, aguardando o desfecho legal do caso.

A Marcha pela Vida é uma manifestação anual que defende a valorização da vida desde a conceção até à morte natural. O ataque com o artefacto incendiário causou alarme entre os participantes, mas não provocou feridos graves.