O PSI encerrou a primeira negociação da semana com uma desvalorização de 1,19% (9.217,31 pontos), acompanhando a generalidade dos mercados europeus.

Em Lisboa, apenas o BCP conseguiu destacar-se pela positiva, com um ganho de 0,47% (1,0780 euros), perante outras cotadas a apresentarem um desempenho negativo. A EDP (-2,30%), a Teixeira Duarte (-2,39%) e a Corticeira Amorim (-2,31%) são as empresas que mais pressionaram o índice de referência nacional, seguidas pela Semapa (-2,16%), NOS (-2,04%) e a The Navigator (-2,00%).

Com uma desvalorização abaixo de 2% no final do dia encontram-se os CTT (-1,98), a Altri (-1,87%), a Mota-Engil (-1,78%), a Sonae (-1,65%), a Jerónimo Martins (-1,57%), a Ibersol (-1,63%), a Galp (-0,66%) e a EDP Renováveis (-0,56%).

Olhando para as restantes praças europeias, excluindo o alemão DAX, que terminou a sessão com ganhos de 0,21%, o espanhol IBEX perdeu 0,85%, o francês CAC recuou 0,33% e o britânico FTSE desvalorizou 0,28%.

“As bolsas europeias encerraram maioritariamente em baixa, depois de índices como Stoxx 600, Euro Stoxx 50 e DAX terem atingido o valor mais elevado de sempre na sexta-feira. A divulgação de que os preços no produtor da Zona Euro aumentaram 5,9% em maio, acelerando o ritmo de subida e de forma superior ao esperado, um fator de pressão a montante da cadeia de fornecimento e que pode interferir com a evolução da inflação e, por conseguinte, das taxas de juro na região, pode ter condicionado o sentimento”, analisam os especialistas do Millennium Investment Banking em mais uma nota de mercados.

No setor petrolífero, o barril de brent cai 0,55% para 71,94 dólares e o de crude perde 0,33% para 68,48 dólares.