
A Galp mantém o prazo para a conclusão da fusão com os espanhóis da Moeve, esperando fechar o negócio a meio de 2026.
“Discussões com os acionistas da Moeve sobre a fusão potencial do nosso negócio continua a progredir construtivamente, com um acordo esperado até meio do ano”, disse esta segunda-feira a co-presidente-executiva Maria João Carioca.
Recorde-se que a Galp e a Moeve querem fundir as suas redes de postos de combustível, mas também as suas refinarias (duas em Espanha, uma em Portugal).
Já na Namíbia, a companhia está a fechar os preparativos para a próxima “campanha de pesquisa e avaliação”, que deverá arrancar ainda este ano.
A Galp gerou lucros de mais de 270 milhões de euros, mais 41% face a período homólogo, com a subida a ser alcançada à boleia do aumento de produção de petróleo e gás no Brasil, com o novo navio-plataforma na área de Bacalhau a contribuir decisivamente para esta subida.
A gestora destacou também o “período de alta volatilidade” com “disrupção no abastecimento” e “desequilíbrio do mercado” devido à guerra de EUA/Israel contra o Irão a que se seguiu o bloqueio do estreito de Ormuz por Teerão.