O autor reflete sobre a infância como um estado de liberdade e eternidade, onde o tempo não é linear nem limitado. Inspirado por um prêmio recebido, ele explora como a ‘eternidade infantil’ representa a capacidade de viver cada momento com intensidade e alegria, sem a preocupação com o futuro ou o passado. Através da literatura, ele busca preservar essa essência, convidando os leitores a redescobrir a magia de ser criança, onde o brincar, o imaginar e o perdoar são atos naturais. O texto, publicado originalmente no Jornal Económico, celebra a memória e a esperança, lembrando que a verdadeira liberdade está em manter viva a criança interior.