O Campeonato do Mundo de Futebol de 2026 promete ser um dos maiores eventos desportivos da história, com 48 países, 104 jogos e a expectativa de 6,5 milhões de adeptos. O impacto económico é imenso, e várias empresas estão posicionadas para lucrar com o torneio, que ocorrerá nos EUA, México e Canadá. Segundo especialistas, algumas ações se destacam claramente: Coca-Cola, Fox, Anheuser-Busch InBev, Marriott International, Flutter Entertainment, Nike e Puma.
Coca-Cola (KO): parceria lendária e dividendos robustos
A Coca-Cola é parceira da FIFA há quase 50 anos e patrocinadora oficial de bebidas não alcoólicas. Para 2026, planeia campanhas televisivas, uma digressão global com o troféu, parceria com os cromos Panini e experiências para fãs nas 16 cidades-sede. A ação valorizou cerca de 19% em 2026, mas continua atrativa para investidores focados em dividendos, com aumentos consecutivos há 64 anos.
Fox Corporation (FOXA): receitas publicitárias recorde
A Fox Sports, juntamente com a Telemundo, deverá gerar cerca de 850 milhões de dólares em receitas publicitárias, mais do que o dobro do último Mundial. O especialista Daniel Cohen estima que a Fox obtenha lucro apenas com essas receitas, excluindo assinaturas e streaming.
Anheuser-Busch InBev (BUD): exclusividade e vendas históricas
A AB InBev detém os direitos exclusivos de venda de cerveja nos estádios como parceira oficial da FIFA. Durante o Mundial de 2014 no Brasil, vendeu mais 140 milhões de litros de cerveja. Com a exclusividade renovada para 2026, a empresa está bem posicionada para lucrar.
Marriott International (MAR): ocupação hoteleira nas cidades-sede
A Marriott é parceira oficial do torneio através do programa Marriott Bonvoy, oferecendo pacotes de hospitalidade. A forte presença nas cidades-sede e a confiança na gestão tornam a empresa uma aposta interessante no setor hoteleiro.
Flutter Entertainment (FLUT): o maior evento de apostas do mundo
Proprietária da FanDuel, líder nos EUA em apostas desportivas, a Flutter deve beneficiar do Mundial, que supera até o Super Bowl em volume de apostas. Analistas preveem um crescimento de quase 70% nos próximos 12 meses.
Nike (NKE) e Adidas (ADDYY): vendas de artigos desportivos
Juntas, Nike e Adidas dominam o retalho desportivo. A Bernstein Research estima um aumento de 3% a 4% nas vendas globais, impulsionado pela procura por camisolas e chuteiras. Com as ações em queda, uma forte performance durante o evento pode reavaliar positivamente os papéis.