O secretário-geral do PS, Pedro Carneiro, afirmou esta quarta-feira que o acordo em torno da Prestação Social Única (PSU) visa proteger os cidadãos mais vulneráveis e rejeitou que a decisão tenha sido motivada por cálculos partidários. ‘Nunca pensámos nestas opções de política em termos de cálculo partidário’, garantiu, sublinhando que o foco esteve sempre no bem-estar da população.

Em declarações aos jornalistas, Carneiro destacou que a PSU é um instrumento essencial para combater a pobreza e a exclusão social, assegurando que o acordo alcançado com o Governo reflete um compromisso de responsabilidade. ‘Este é um passo importante para garantir que ninguém fica para trás’, disse, acrescentando que a medida beneficiará milhares de famílias em situação de fragilidade económica.

O líder socialista referiu ainda que as negociações foram conduzidas com base em princípios de solidariedade e justiça social, afastando críticas de que o partido estaria a fazer ‘jogos políticos’ com a aprovação do pacote de medidas. ‘A nossa prioridade sempre foi e será a proteção dos que mais precisam’, concluiu.

A PSU, que agrega vários apoios sociais num único pagamento, tem sido amplamente debatida no parlamento e na sociedade civil, com diversos setores a elogiarem a sua implementação como um avanço na simplificação do sistema de segurança social.