No programa “Casa Comum”, o social-democrata Duarte Pacheco afirmou que o dia 17 de julho será decisivo para a manutenção do ministro da Educação no Governo. Segundo Pacheco, se as notas dos alunos continuarem a atrasar, o governante não terá possibilidades de permanecer no cargo.

A socialista Mariana Vieira da Silva criticou o ministro por ter inicialmente desvalorizado as queixas dos professores, ficando isolado na gestão política da crise. A pressão sobre o ministro aumenta à medida que o prazo para a divulgação das notas se aproxima.

O atraso na divulgação das notas tem gerado indignação entre professores, alunos e encarregados de educação, que exigem uma solução rápida e eficaz. A situação ameaça comprometer o calendário escolar e o início do próximo ano letivo.