A Intel confirmou esta terça-feira que aumentou a sua emissão de ações de 15 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual), que tinha anunciado na segunda-feira, para os 20 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros).
“Precificamos a nossa oferta pública subscrita de 210.526.315 ações ordinárias a 95 dólares (82,3 euros) por ação. Concedemos aos subscritores uma opção de 30 dias para adquirir até 31.578.947 ações ordinárias adicionais ao preço da oferta pública, menos os descontos de subscrição. O valor total da oferta foi aumentado para 20 mil milhões de dólares (17,3 mil milhões de euros), em comparação com o valor anunciado anteriormente de 15 mil milhões de dólares (13 mil milhões de euros). A conclusão da oferta está prevista para 12 de agosto de 2026, sujeita às condições habituais de fecho”, disse a empresa.
A organização espera uma receita líquida resultante desta oferta de 19,7 mil milhões de dólares, ou 17 mil milhões de euros, (considerando que os subscritores não exercem a sua opção de compra de ações adicionais), “após dedução dos descontos e comissões de subscrição e das despesas estimadas da oferta a pagar” pela Intel. “Pretendemos utilizar a receita líquida da oferta para fins corporativos gerais, que podem incluir, entre outros, investimentos de capital e fundo de maneio”, acrescentou.
O J.P. Morgan, o Goldman Sachs & Co. LLC, o Morgan Stanley e o Citigroup são os coordenadores da oferta. O Barclays, o BofA Securities, o BNP Paribas, o Credit Agricole CIB, o Deutsche Bank Securities, a Mizuho, a RBC Capital Markets, o TD Securities, o Wells Fargo Securities e o Cantor também atuam como coordenadores. A Academy Securities, o COMMERZBANK, o PJT Partners, o Blaylock Van, C.L. o King & Associates e Ramirez & Co., Inc. atuam como co-coordenadores.