O JP Morgan, no seu outlook para o segundo semestre, prevê que a inflação global subjacente se mantenha persistente, próxima da média de ~3% ao longo de 2024-2025. Novas pressões sobre os preços dos bens são impulsionadas pela procura, estrangulamentos na capacidade tecnológica e repercussão dos custos energéticos. Nos mercados, a perspetiva continua otimista relativamente ao ciclo de crescimento impulsionado pela inteligência artificial (IA).
O banco identifica três temas principais para o período: a tensão entre o choque na oferta de energia e o crescimento resiliente; o upstream da IA como pilar do crescimento; e a fragmentação geopolítica como fonte de incerteza. O JP Morgan espera que os bancos centrais adotem uma postura paciente, mas com taxas de juro globais subindo menos de 20 pontos base este ano.
Em relação às bolsas, o banco mantém otimismo para o S&P 500, que deve se aproximar dos 7.800 pontos até o final do ano, impulsionado pela IA. O dólar norte-americano deve se fortalecer, enquanto o petróleo Brent deve fechar o ano nos 78 dólares.
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