O candidato a presidente do Conselho de Jurisdição do Livre, numa lista alternativa à da direção, alerta, em entrevista à Renascença, contra “informalidades” no partido, dando o exemplo dos porta-vozes. “Não está previsto nos estatutos”, insiste o advogado.

Sá Fernandes defende que a ascensão do Livre ao poder não é um objetivo imediato e que o partido precisa de maturidade institucional. Rejeita a ideia de que a liderança atual possa garantir sozinha o acesso ao governo, sublinhando a necessidade de uma equipa coesa e de processos internos claros.