O primeiro-ministro Luís Montenegro assinou uma adenda que garante mais 218 milhões de euros para o setor social. Aproveitou o momento para prometer diálogo na reforma laboral, afirmando que o seu executivo é um “Governo de concertação”.

As Misericórdias portuguesas aplaudiram o reforço financeiro, mas aproveitaram para pedir uma nova lei de financiamento para o setor, sublinhando a necessidade de estabilidade e sustentabilidade a longo prazo.