A Prestação Social Única (PSU) foi aprovada no Parlamento português, com a abstenção do Partido Socialista (PS), que permitiu viabilizar a proposta apresentada pelo Governo. O acordo alcançado entre o Executivo e o PS foi crucial para a aprovação, após negociações que resultaram em consenso, excluindo o Chega e as forças políticas mais à esquerda, que se opuseram à medida.
A PSU visa simplificar o sistema de prestações sociais, consolidando 13 prestações diferentes numa única prestação, com o objetivo de reduzir a burocracia e facilitar o acesso dos cidadãos aos apoios sociais. O valor exato desta prestação ainda não foi definido, cabendo ao Governo determinar o montante, que deverá ser anunciado nas próximas semanas.
Esta reforma é vista como um passo importante para a modernização do Estado Social, mas críticos alertam para potenciais riscos de redução de proteção social se o valor final não for adequado. A implementação gradual da PSU será monitorizada, com previsão de entrada em vigor até ao final do ano, dependendo da regulamentação a ser publicada pelo Governo.