A Católica Porto Business School (CPBS) vai lançar uma nova edição da formação executiva Summit Leadership Programme, que cruza o desenvolvimento de competências críticas de gestão e liderança com uma expedição ao cume do Monte Kilimanjaro, na Tanzânia.

O programa é especificamente desenhado para executivos de topo, líderes seniores e profissionais de elevado potencial que procuram “solidificar competências de liderança em contextos de incerteza, pressão e mudança” e realiza-se entre junho e dezembro.

Trata-se de uma abordagem imersiva à aprendizagem, combinando sessões académicas na escola de negócios da Católica no Porto, com treino prático na Serra de Valongo e uma expedição de oito dias ao Kilimanjaro, pela rota Machame.

Ao longo do percurso formativo, os participantes são desafiados a tomar decisões sob pressão, gerir riscos e trabalhar em equipa em cenários reais de elevada exigência, onde a adaptação e a resiliência assumem um papel central.

Ricardo Cunha e Inácio Rozeira asseguram a coordenação científica do programa.

Com mais de 150 expedições lideradas em contextos adversos, Inácio Rozeira acompanha a expedição com a sua própria equipa técnica, garantindo continuidade, conhecimento de terreno e uma forte componente de segurança, coesão e exigência em todas as fases do percurso. Esta experiência acumulada é um dos fatores distintivos do programa, permitindo uma transferência direta entre a vivência na montanha e os desafios complexos da liderança corporativa.

Antes da partida para a Tanzânia, os participantes frequentam masterclasses e atividades práticas sobre liderança adaptativa, gestão de risco e incerteza, resiliência estratégica e tomada de decisão colaborativa.

As vagas para o Summit Leadership Programme são limitadas com o objetivo de assegurar um acompanhamento próximo e personalizado a cada participante durante todo o processo formativo.

O programa é apresentado esta segunda-feira, 20, às 18h00, num webinar gratuito, mas que carece de inscrição prévia no site da Escola. António Botelho Moniz, gestor e antigo participante, partilha com o auditório a sua vivência no ponto mais alto de África.