A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) afirmou que a greve dos operacionais da Força Especial de Proteção Civil (FEPC) ao trabalho suplementar não impacta a atividade operacional, enquanto o Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil (SinFAP) criticou a postura da entidade.
Os operacionais iniciaram uma paralisação de cinco dias, em protesto contra o não pagamento de horas extras. A ANEPC, em comunicado, garantiu que todas as missões estão asseguradas e que a operação decorre normalmente. O sindicato, por sua vez, rebateu, afirmando que a greve conta com serviços mínimos e que a recusa em pagar o trabalho suplementar, solicitado pela própria hierarquia da ANEPC, é inaceitável. O SinFAP apelou ao Governo para demitir a atual direção da ANEPC.