A bolsa de Lisboa negoceia em terreno negativo a meio da sessão, com um recuo de 0,02% para 9.038,14 pontos.
A Ibersol perde 1,36% para 10,16 euros, seguida da EDP Renováveis, que desce 0,96% para 13,39 euros. A Sonae derrapa 0,61% para 1,9500 euros, a NOS desliza 0,58% para 5,170 euros e a EDP recua 0,18% para 4,387 euros.
Em contraciclo, a Galp sobe 1,83% para 18,65 euros, a Jerónimo Martins ganha 0,75% para 17,52 euros, a Mota-Engil aumenta 0,48% para 4,620 euros, a REN soma 0,43% para 3,540 euros e a Altri avança 0,10% para 4,970 euros.
As principais praças europeias negoceiam em terreno misto, com o DAX a aumentar 0,04% para 25.228,50 pontos, o CAC40 avança 0,01% para 8.468,98 pontos e o Ibex35 recua 0,02% para 19.399,27 pontos.
O analista de mercados do Millennium Investment Banking, Ramiro Loureiro, afirma que “as praças europeias invertem o sentimento da abertura e negoceiam agora em alta ligeira, numa sessão marcada pela ausência dos mercados norte-americanos e chineses, encerrados devido a feriados, o que retira alguma liquidez ao mercado. O setor energético destaca-se esta manhã ao comandar as valorizações europeias, beneficiando das subidas dos preços do petróleo. Isto depois de notícias afirmarem que os EUA e o Irão adiaram o início das negociações sobre um acordo de paz permanente, após Israel e o Hezbollah terem entrado em confronto uma vez mais”.
“No seio empresarial, a Novo Nordisk lidera as valorizações no Stoxx600, depois de ter sido elevada por uma casa de investimento. A Vestas Winds também segue em bom plano ao subir 5%, após a JPMorgan afirmar que está positiva na empresa”, afirma.
No mercado do petróleo o texano WTI perde 1,01%, fixando o preço do barril nos 75,83 dólares e o Brent desce 0,46% para 79,48 dólares. O gás natural derrapa 0,84% para 3,206 dólares.
No mercado cambial o euro valoriza 0,02% face ao dólar, fixando-se nos 1,1459 dólares.