O Ministro da Administração Interna, Luís Neves, convocou os jornalistas para prestar esclarecimentos sobre o caso do atrelado e da casa do Alentejo, ambos relacionados com a empresa Construbarcelos. Em conferência de imprensa, o governante classificou a sua atuação como um “puro ato de boa gestão”, defendendo a transparência e a legalidade das decisões tomadas.
Neves explicou que a decisão sobre o atrelado veículo foi tomada com base em critérios técnicos e administrativos, visando a eficiência e a economia de recursos públicos. O caso da casa do Alentejo, por sua vez, foi enquadrado como uma operação de arrendamento regular, sem benefícios indevidos.
O ministro reiterou que não houve qualquer favorecimento pessoal ou político, e que todos os atos foram devidamente documentados e submetidos a auditoria interna. A oposição, no entanto, questiona a relação com a Construbarcelos e pede uma investigação independente.