A ex-ministra socialista, Vieira da Silva, respondeu às declarações de Assis, argumentando que a legitimidade das dúvidas sobre a utilização das Lajes não abala o consenso histórico entre PS e PSD na política externa. Em declarações à Renascença, Duarte Pacheco afirmou acreditar que nem Marco Rubio nem Paulo Rangel faltaram à verdade, reforçando a necessidade de manter a estabilidade e o diálogo entre os partidos.

Vieira da Silva sublinhou que classificar o líder do PS como radical não é produtivo para o país e que o foco deve estar na construção de consensos. A ex-governante defendeu que as discussões sobre a Base das Lajes devem ser tratadas com transparência, sem comprometer o alinhamento estratégico de Portugal com seus aliados.