A Zome, mediadora imobiliária portuguesa, fechou o primeiro semestre do ano com um volume de negócios de 1.193,5 milhões de euros, o que representa um aumento de 10% face ao período homólogo. Já a faturação da empresa teve um crescimento de 7% para 26,75 milhões de euros.

O número de transações realizadas em junho chegou aos 5.563, o que representa um crescimento de 11% face ao período homólogo, enquanto as angariações somaram 6.355, o que se traduz num aumento de 21%. O valor médio de transação situou-se nos 272.794,16 euros.

Carlos Santos, CEO da Zome, afirma que “regiões como a Grande Lisboa e o Grande Porto continuam a evidenciar uma procura dinâmica. Verificámos também um desempenho positivo nas zonas Norte e Centro, refletindo uma procura cada vez mais distribuída pelo território. De uma forma geral, o mercado residencial está gradualmente a diversificar-se para além dos grandes centros urbanos, acompanhando novas dinâmicas demográficas, melhores condições de mobilidade e diferentes prioridades das famílias”.

Durante este semestre a empresa continuou a crescer, consolidando a sua estrutura. “O crescimento resulta, acima de tudo, da capacidade da nossa rede para responder a um mercado mais exigente. Temos investido de forma consistente na qualificação dos nossos consultores, no reforço da tecnologia e da inteligência de dados e na criação de equipas de suporte especializado que ajudam a transformar essa complexidade em decisões informadas para os clientes”, refere.

Para o segundo semestre a empresa antecipa um semestre consistente, embora mais seletivo do que nos últimos anos. “A procura continua presente, mas as decisões são hoje mais ponderadas e dependem cada vez mais da disponibilidade de oferta e da evolução do enquadramento económico. O maior desafio continuará a ser o mesmo: aumentar a oferta e criar condições para que mais habitação chegue efetivamente ao mercado. Enquanto isso não acontecer, o setor continuará a operar sob pressão”, conclui Carlos Santos.