No programa Casa Comum da Renascença, a ex-ministra socialista Mariana Vieira da Silva analisou o Congresso do PSD, criticando a saída do presidente da UGT da direção do partido. A decisão foi vista como um sinal de afastamento do diálogo social.

Além disso, Mariana Vieira da Silva criticou a proposta de criação de um Fundo Soberano, considerando-a desnecessária e potencialmente lesiva para as contas públicas. Em contrapartida, saudou a possível concessão a municípios da linha ferroviária de Cascais, destacando a importância de descentralizar a gestão de transportes.

A ex-ministra salientou que o PSD parece estar a adotar uma postura mais radical, o que pode comprometer a estabilidade política e o entendimento entre partidos.