Os líderes da União Europeia (UE) destacaram hoje a “amizade duradoura” entre o bloco comunitário e os Estados Unidos da América (EUA), ao celebrarem o 250.º aniversário da independência da nação norte-americana.

“Hoje, juntamo-nos aos nossos amigos estado-unidenses para celebrar os 250 anos de independência (…). A Estátua da Liberdade continua a ser o símbolo perdurável dessa amizade duradoura. Por isso que, esta noite, os fogos de artifício iluminarão os céus de ambos os lados do Atlântico”, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, através de uma mensagem nas redes sociais.

A líder europeia insistiu que, durante 250 anos, a parceria transatlântica foi forjada em torno dos valores partilhados e laços familiares, “e, por vezes, foi fortalecida por uma imensa coragem e vidas perdidas em defesa da liberdade”.

O presidente do Conselho Europeu, António Costa, celebrou também “não só o percurso extraordinário dos Estados Unidos, mas também a amizade duradoura, o património partilhado e os valores comuns que uniram os povos e fortaleceram a parceria transatlântica ao longo de décadas”.

O líder português manifestou o seu desejo de “continuar a aprofundar o vínculo duradouro e a trabalhar em conjunto pela paz, prosperidade e bem-estar de todos os americanos e europeus de ambos os lados do Atlântico”.

Por fim, a presidente do Parlamento Europeu, Roberta Metsola, publicou um vídeo da sua participação na celebração do aniversário da independência dos EUA em Bruxelas, no passado domingo, acrescentando uma mensagem que incentivava todos a brindar “aos próximos 250 anos”.

O embaixador dos EUA na Bélgica, Bill White, organizou no passado domingo uma festa no Parque do Cinquentenário, em Bruxelas, para celebrar antecipadamente o Dia da Independência, que se comemora anualmente no dia 04 de julho.

O evento, que gerou controvérsia devido, entre outras razões, à privatização de um espaço verde público durante uma onda de calor, contou com a presença de cerca de 5.000 convidados, entre os quais se destacou a ausência de Ursula von der Leyen e de António Costa.