A Inteligência Artificial, a automação e os modelos de trabalho híbridos estão a redefinir a forma como as organizações lideram, recrutam e desenvolvem talento. Mais do que uma transformação tecnológica, o futuro do trabalho tornou-se um desafio de cultura, ética e adaptação humana.

Neste episódio do Observatório do Futuro do Trabalho, realizado em parceria com o Jornal Económico, especialistas debatem os principais desafios que empresas e líderes enfrentam para equilibrar inovação, competitividade e valorização das pessoas.

Com a presença de André Ribeiro Pires, CEO da CLARE, Rita Batista, Chief Human Resources Officer da CIMPOR Portugal e Cabo Verde, Nuno Cergeira Namora, Sócio-fundador da Cergeira Namora Marinho & Falcão, e Fátima Geada, do ISEC Executive Education, foram discutidos temas como a liderança num contexto de transformação digital acelerada, a importância da ética na adoção de IA e o papel dos líderes na construção de culturas organizacionais resilientes.

Os participantes sublinharam que a IA não substitui a liderança humana, mas exige novas competências: capacidade de interpretar dados, tomar decisões ágeis e manter uma comunicação transparente. A gestão de talento também está a mudar, com foco em competências interpessoais e adaptabilidade.

Veja o episódio completo no vídeo abaixo: