A marca de vinhos Adega Mayor continua a crescer em Angola, um mercado prioritário do seu mapa de internacionalização e que já representa 25% das exportações da marca do grupo Nabeiro.

Nos primeiros cinco meses do ano, a marca portuguesa cresceu 41% em valor e 15% em volume, números que motivam a empresa a investir na consolidação da marca junto dos consumidores angolanos, diz Pedro Foles, diretor-geral da Adega Mayor.

Angola é um mercado de enorme relevância para a estratégia de internacionalização da marca. Para além de representar cerca de um quarto das nossas exportações, é um mercado com o qual mantemos uma relação de proximidade construída ao longo dos anos e onde continuamos a identificar um elevado potencial de crescimento, afirmou o responsável da marca, que se fez representar na Grande Prova Vinhos de Portugal 2026, da ViniPortugal, em Luanda.

Reforçar a presença em Angola está entre os eixos prioritários da estratégia da marca do grupo Nabeiro, que está disponível nos principais centros de retalho moderno, hotelaria, restauração e retalho informal angolanos.

Durante o festival, que juntou mais de 50 produtores no Hotel InterContinental Miramar, a Adega Mayor apresentou os vinhos da gama Caiado (Branco 2024, Tinto 2023 e Rosé 2024), Reserva (Branco 2024 e Tinto 2023), Monocastas (Verdelho 2024 e Touriga Nacional 2022), Reserva do Comendador (Branco 2022 e Tinto 2022) e Grande Reserva Pai Chão 2020, alguns dos mais emblemáticos da marca.

A Grande Prova Vinhos de Portugal constituiu uma excelente oportunidade para reforçar a proximidade com clientes, parceiros e consumidores angolanos, dando a conhecer a diversidade e qualidade dos vinhos Adega Mayor. Angola continua a ser um mercado prioritário para a marca e pretendemos continuar a investir na consolidação da nossa presença e no fortalecimento das relações que temos vindo a construir ao longo dos anos, acrescentou Pedro Foles.

Em 2025, as exportações de vinho português para Angola cresceram 20%, em contracorrente com a queda registada nos mercados mundiais, fez saber Frederico Falcão, presidente da ViniPortugal, no início do evento.