O pacote laboral, uma das principais reformas defendidas pelo Executivo de Luís Montenegro, foi travado pelos deputados no Parlamento. A proposta, que visava alterar regras laborais e modernizar o mercado de trabalho, encontrou forte oposição, especialmente dos partidos da esquerda e de sindicatos. A votação ocorreu no dia 19 de junho de 2026, resultando na chumbagem do projeto de lei.
Apesar dos apelos do governo para aprovação, os deputados consideraram que a proposta não protegia suficientemente os direitos dos trabalhadores. Críticas apontaram para possíveis precarizações e falta de mecanismos de segurança. Com a derrota, o Executivo terá de rever a estratégia ou tentar uma nova negociação com os partidos da oposição.
O pacote incluía medidas como a flexibilização de contratos a termo, alterações no subsídio de desemprego e novas regras para a negociação coletiva. A rejeição representa um revés significativo para a agenda do governo, que buscava impulsionar a economia com estas reformas.