O Parlamento português suspendeu os trabalhos esta quinta-feira, 19 de junho de 2026, a pedido do partido Chega, momentos antes da votação da reforma laboral. O pedido foi feito pelo líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, quando o presidente da Assembleia da República, José Pedro Aguiar-Branco, se preparava para iniciar o período de votações regimentais.

Esta suspensão gerou controvérsia entre os partidos, com críticas da oposição, que acusou o Chega de obstrução parlamentar. O partido liderado por André Ventura justificou o pedido com a necessidade de mais debate e esclarecimentos sobre a proposta em causa.

A reforma laboral, que tem gerado intensos debates na sociedade portuguesa, segue agora para uma nova votação, cuja data ainda não foi definida. A suspensão dos trabalhos reflete a tensão política em torno do tema, que envolve alterações nas leis do trabalho e impacto para trabalhadores e empresas.