Um forte dispositivo policial foi hoje mobilizado para as imediações da Casa Branca, em Washington, após relatos de tiros junto à residência do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que estava no edifício.

Trump esteve na residência oficial durante todo o dia, fazendo chamadas a partir da Sala Oval no âmbito das negociações para prolongar um cessar-fogo com o Irão, segundo o Washington Post. O som dos disparos foi captado por repórteres que estavam a transmitir ao vivo o anúncio do eventual processo de paz com o Irão.

O suspeito no tiroteio perto da Casa Branca está morto, e um espectador ficou ferido, de acordo com a Casa Branca. As forças de segurança disseram aos jornalistas para se abrigarem na sala de imprensa.

O Serviço Secreto, força que protege o Presidente, disse na rede social X que há “relatos de tiros disparados” a um quarteirão de distância da Casa Branca e que está a “tentar corroborar a informação através dos agentes no terreno”. O diretor do FBI, Kash Patel, indicou que as autoridades atualizarão a informação assim que conseguirem.

Os Serviços Secretos dos EUA confirmaram estar a investigar relatos de disparos na esquina da 17th Street com a Pennsylvania Avenue Northwest, junto ao perímetro da Casa Branca, segundo a CNN. Duas pessoas terão ficado feridas, segundo a mesma fonte.

Agentes armados foram vistos a circular pelo relvado norte e a bloquear a sala de imprensa. A informação foi confirmada pelo diretor do FBI, que escreveu no X que o FBI estava no local, apoiando os Serviços Secretos, na resposta aos disparos junto à Casa Branca, segundo o The Washington Post. O episódio acontece menos de um mês depois de um evento com o presidente dos Estados Unidos ter sido alvo de tiros em um hotel.