A posição de 42% que Elon Musk detém na SpaceX já vale cerca de um bilião de dólares (860 mil milhões de euros à taxa de câmbio atual).
A SpaceX já valorizou 19,6% desde que se estreou em bolsa na sexta-feira (12 de junho) fazendo com que a empresa de foguetões, satélites e inteligência artificial (IA) tenha um valor de mercado estimado em 2,5 biliões de dólares (2,1 biliões de euros). Isto faz com que a posição de Elon Musk esteja avaliada em cerca de um bilião de dólares (860 mil milhões de euros).
Isto faz com que a sua fortuna suba para os 1,3 biliões de dólares (1,1 biliões de euros à taxa de câmbio atual), de acordo com as contas feitas pela Forbes. Se fosse uma empresa cotada em bolsa o empreendedor seria a 13ª mais valiosa ficando atrás da Nvidia, Alphabet, Apple, Microsoft, Amazon, SpaceX, TSMC, Broadcom, Saudi Aramco, Tesla, Meta e Samsung.
Das 16 cotadas com estatuto de bilionárias a fortuna do líder da SpaceX e da Tesla conseguiria ficar à frente da Micron Technology, da SK Hynix, da Berkshire Hathaway que foi liderada até final de 2025 pelo famoso investidor Warren Buffett, e da Eli Lilly.
De onde vem a fortuna?
A fortuna de Elon Musk espalha-se maioritariamente pela SpaceX e pela Tesla. Aqui estão 1,1 biliões de dólares (950 mil milhões de euros) da sua fortuna avaliada em 1,3 biliões de dólares (1,1 biliões de euros).
Calcula-se que na Tesla, que tem um valor de 1,5 biliões de dólares (1,2 biliões de euros), tenha uma presença direta de sensivelmente 10%, ou seja a posição vale pelo menos 150 mil milhões de dólares (129,4 mil milhões de euros). O empreendedor tem também o controlo da Neuralink e a Boring Company, com um valor percebido, conjunto, que supera os 20 mil milhões de dólares (17,1 mil milhões de euros). E a isto junta-se também a xAI.
SpaceX levantou 85 mil milhões com entrada em bolsa
A empresa conseguiu levantar 85,7 mil milhões de dólares (73,8 mil milhões de euros) com a sua estreia em bolsa, superando o máximo de 25,5 mil milhões de dólares (21,9 mil milhões de euros) da Saudi Aramco de 2019. Trata-se de um valor superior aos 75 mil milhões de dólares (64,6 mil milhões de euros). Este incremento deveu-se à compra por parte dos bancos que lideravam o IPO de mais 83,3 milhões de ações, referiu a Forbes.