Num congresso morno, o partido Livre enfrenta críticas internas sobre a forma como a direção, liderada pelos porta-vozes, toma decisões sem consultar as bases. Tiago Mota, membro do atual Grupo de Contacto e integrante de uma tendência minoritária, é candidato à direção numa lista alternativa. Em entrevista à Renascença, Mota afirma que “os deputados decidem qual é a agenda do partido”, acusando a direção de agir “muitas vezes” ao arrepio dos estatutos. A ala crítica defende mais transparência e participação das bases nas deliberações centrais.