Em uma análise recente, o presidente da FIFA, Gianni Infantino, foi comparado ao primeiro-ministro dos Países Baixos, Mark Rutte, no contexto da geopolítica do futebol. A expressão “A Arte da Guerra” foi utilizada para descrever a habilidade de Infantino em navegar por interesses conflitantes dentro da entidade máxima do futebol mundial.
Assim como Rutte é conhecido por sua capacidade de construir consensos e manter a estabilidade política na Europa, Infantino tem demonstrado uma abordagem semelhante na FIFA, equilibrando as demandas de federações nacionais, clubes e patrocinadores. A comparação destaca a necessidade de um líder que saiba manobrar em um cenário complexo, onde decisões impactam bilhões de fãs e enormes recursos financeiros.
A referência ao clássico tratado militar chinês sugere que, para Infantino, a arte da liderança na FIFA envolve estratégia, paciência e a capacidade de antecipar movimentos dos adversários. A gestão de Infantino tem sido marcada por reformas significativas, como a expansão da Copa do Mundo para 48 seleções e a implementação de novas tecnologias, mas também por críticas sobre transparência e governança.